Jane Austen, Pride and Prejudice
T. Egerton, Whitehall - 1813


Sinopse
O encontro da opiniosa Elizabeth Bennet com o seu orgulhoso e sombrio Mr. Darcy é o extraordinário retrato de um confronto civilizacional. O romance mais amado de Austen é uma história inesquecível sobre a imprecisão das primeiras impressões, o poder da razão e, acima de tudo, a estranha dinâmica das relações e emoções humanas. Uma magnífica comédia de costumes na Inglaterra da era georgiana.


Biografia
Jane Austen (1775–1817) nasceu em Steventon, no Hampshire, em dezembro de 1775, tendo morrido nessa mesma região de Inglaterra, em julho de 1817. Embora pouco conhecida do grande público durante toda a sua vida, a sua popularidade cresceu a partir de 1869 até ter sido reconhecida, no século XX, como uma verdadeira autora clássica e uma das maiores escritoras de língua inglesa, cujas obras fundem romantismo e realismo numa só linha narrativa. A sua perspicaz sagacidade e retratos incisivos de pessoas comuns deram origem a romances de popularidade intemporal.
 Para além do romance Orgulho e Preconceito, publicado em 1813, mas acabado de escrever em 1797, quando a autora não tinha ainda completado 22 anos de idade, sendo um dos romances mais populares da literatura britânica, e do Sensibilidade e Bom Senso, publicou ainda em vida O Parque de Mansfield e Emma. Os romances A Abadia de Northanger, Sanditon e Persuasão seriam publicados já após a sua morte.


FunFacts
EM 1797 A OBRA FOI RECUSADA POR UM EDITOR
Em 1797, quando contava apenas 21 anos, Jane Austen, terminava de escrever o seu segundo romance, ainda sob o título First Impressions. O manuscrito da obra foi enviado pelo seu pai ao editor Thomas Cadell, questionando acerca dos custos de publicação e quanto receberia pela venda dos direitos de autor. A carta foi devolvida ainda fechada, tendo a publicação do livro sido recusada.

JANE AUSTEN PUBLICOU AS SUAS OBRAS ANONIMAMENTE
Em 1811, Sense and Sensibility foi publicado sob o pseudónimo «By a Lady» e, em 1813, Pride and Prejudice com a indicação «by the author of Sense and Sensibility». Apenas postumamente seria revelado ao público, por um dos seus irmãos, a identidade da autora.

JANE AUSTEN NÃO CASOU DEVIDO À SUA CONDIÇÃO FINANCEIRA
É comum nos romances de Jane Austen a referência a jovens mulheres de classe baixa que procuram bons casamentos. A própria autora viveu de perto esta realidade. Com 20 viveu um romance com Thomas Lefroy (1776 – 1869), com o qual se veria impedida de casar devido à sua deficitária condição financeira. Em 1799 Lefroy acabaria por casar com Mary Paul.

A FORTUNA DE MR. DARCY SERIA HOJE EQUIVALENTE À DA FAMÍLIA ROCKEFELLER OU VANDERBILT
São muitas as vezes em que as personagens de Pride and Prejudice fazem menção aos rendimentos de Mr. Darcy, de 10.000£ por ano. Em 2013, o jornal The Telegraph ajustou este valor à realidade atual, estimando-se que equivaleria a cerca de 12.000.000£ (cerca de 14.045.190€). Assim, casar com Mr. Darcy equivaleria atualmente a casar com um Rockefeller ou um Vanderbilt.

JANE AUSTEN FOI CITADA EM PELO MENOS 27 DECISÕES JURÍDICAS
Jane Austen surge como uma das escritoras femininas mais citadas em decisões judiciárias – juntamente com Harper Lee e Mary Shelley –, sobretudo em casos ligados a relacionamentos e distinções sociais.

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